Ultimamente tenho me perguntado: O que tem feito as pessoas felizes nos
tempos de hoje? E fazer os outros
felizes tem feito as pessoas felizes? Procurar o bem do próximo tem sido tão
prioritário quanto procurar o seu próprio bem? Não sei... Acho que continuo o
mesmo doido de sempre. Essas perguntas me inquietam, não porque o trabalho que
faço no hospital busca o bem do próximo. As perguntas me inquietam, porque
existem muitas pessoas envolvidas com tanta coisa ruim nesse mundo, e cada vez
mais as pessoas estão se tornando individualistas por opção.
Hoje não tem-se visto o cuidado com o próximo que existia a alguns
tempos atrás. Ouvi uma frase que mais uma vez me fez refletir “Cuidado é só Pai e Mãe o Resto se lasque”. Isso
me deixou “coisado” . Então quer dizer que o que bate dentro de nós não é mais
um coração? Agora somos robôs? Paramos
de agir como humanos?
Essa é a
causa de vermos tanta gente no chão das ruas dormindo, bêbados, dependentes
químicos e tantas outras que muitas vezes necessitam de apenas um abraço, ou
uma palavra de carinho. E nós com toda essa arrogância, individualismo e
prepotência, não damos o mínimo de cabimento.
Quer
refletir? Se pergunte quantas vezes você visitou um asilo, Quantas vezes você
foi a uma instituição de caridade observar como é o andamento das coisas,
observe o comportamento bizarro dos seus próximos, caçoando e rindo daqueles
que precisam de ajuda. Quer ver o que é sentir vergonha do individualismo? Ouça
em um asilo as histórias dos idosos, veja a solidão deles, veja a quanto tempo
os próprios familiares o abandonaram
e nunca mais deram noticias.

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